Título Original: The Selection ( The Selection #01)
Autores: Kiera
Cass
Editora: Seguinte
Editora: Seguinte
Páginas: 362
Gênero: Distopia;
YA
Classificação: 5/5 e Favorito
Classificação: 5/5 e Favorito
Sinopse: Para trinta e cinco
garotas, a “Seleção” é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados
Unidos deram lugar ao Estado Americano da China e mais recentemente a Illéa, um
país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças de
dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o
príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no
berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um
mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio,
conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha. Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar
entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz
que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua
família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não
quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.
Distopias YA estão na moda, vira e mexe um autor descreve
uma trilogia (algo que também virou moda) sobre um Estados Unidos que não
existe mais. Ao meio de tantos títulos, a trilogia A Seleção me chamou atenção
por sua nota no Skoob (4.5) e por sua capa extremamente linda.
Nessa distopia o Estados Unidos não existe mais, dando
lugar para o Estado Americano da China (sendo a China a maior potência do
mundo), mas outra guerra aconteceu e agora esse país se chama Illéa, onde se
exerce a Monarquia. A sociedade é dividida em castas (classes sociais) que vão
do número 1 ao 8.
Mas o que diferencia esse livro dos demais é o fator “realeza”.
Enquanto vemos em “Divergente” ou “Legend” enredos é sobre a sobrevivência e
uma repulsa ao atual governo, em A Seleção existe uma competição onde todas as
garotas de 16 a 20 anos, independente de sua casta, podem se candidatar a ser a
futura esposa do príncipe.
Achei muito criativo da parte da autora envolver esses
dois fatores, pois toda garota já sonhou em ser uma princesa e esse lado mais distópico
é algo me deixa incomodada, mas não porque esse gênero não me agrada, mas
porque penso se um dia o mundo poderá se tornar algo tão ruim assim.
Vários aspectos me fizeram ficar apaixonada por esse
livro. A escrita da Kiera é ótima e muito boa de ler, além dela ter construído
personagens bem estruturados. Esse livro é em primeira pessoa e temos uma
protagonista feminina (algo que em muitos livros me incomoda), mas a autora
conseguiu fazer da America Singer uma garota determinada, que é apaixonada por
um garoto, mas que não se torna uma idiota ou uma submissa por causa desse
amor. Ela é autentica, não tem problema em ser ela mesma e sempre busca ser amigável
com todos.
America foi uma das meninas escolhidas para participar da
Seleção, porém ela não queria ser uma princesa, na verdade ela achava o príncipe
Maxon um idiota, mas ela acaba concordando em participar para que sua mãe pare
de encher o seu saco e para realizar o pedido de uma pessoa muito especial em
sua vida.
Existe nesse livro o meu temido “triângulo amoroso”, mas
Aspen e Maxon são tão diferentes, mas ao mesmo tempo querem o mesmo: o melhor
para a America, que no final não me importei com esse triângulo que virou um
clichê. Fiquei em dúvida até o último capítulo, mas acho que torço mais para o príncipe
Maxon.
Mas A Seleção não é só um livro sobre várias garotas
belas, inteligentes, belos vestidos, jóias e flertes com o Maxon. Existe uma
parte de habitantes de Illéa que não estão satisfeitos com a Monarquia e querem
algo que existe dentro do castelo. Esses são os terroristas.
Outro ponto legal do livro é que a Monarquia que comanda
as notícias que são passadas para seus súditos. Eles têm um programa de televisão,
um Jornal Nacional deles, onde o Rei fala sobre os mais diversos assuntos, mas
claro, de como que lhe convêm.
Li esse livro sem nenhuma expectativa e ele acabou se
tornando um dos meus favoritos. Em menos de um dia eu já tinha o terminado e
fiquei extremamente feliz de como o livro me conquistou, me fez surtar e além
do mais era sobre princesas, mas não chatinho como as coisas que a Meg Cabot
escreve. *pedras sendo jogadas*
Esse livro é lindo, maravilhoso e edição da editora
Seguinte ficou muito bonita, a fonte, o espaçamento, tudo muito bem trabalhado
e revisado. E eu adorei o tamanho do livro... Amo esse livro como um todo
Essa resenha não ficou no nível que o livro merece, mas eu
fico tão animada quando falo/escrevo sobre A Seleção que só da vontade de ficar
falando “Ai meu Deus, ele é lindo, ai meu Deus!” HAUAHAU


