Resenha: A Terra das Sombras (Meg Cabot)


Título Original: Shadowland (The Mediator #01)
Autor: Meg Cabot
Editora: BestBolso
Páginas: 210
Gênero: Romance; Ficção
Classificação: 2/5


Sinopse: Suzannah é uma adolescente aparentemente comum que tem um problema com construções antigas. Não é para menos. Afinal, muitas dessas casas velhas são assombradas. E Suzannah é uma mediadora, uma pessoa capaz de ver e falar com fantasmas para ajudá-los a descansar em paz. É claro que esse dom lhe traz muitos problemas. Mas nem ela poderia saber a gravidade do que encontraria ao mudar-se para Califórnia. 


Tenho vinte e um anos de idade e nunca li um livro da Meg Cabot, tirando um conto dela no livro Formaturas Infernais, qual eu não gostei nem um ponto. Enfim, para uma garota que gosta de livros nunca ter lido algo da Meg é algo incomum, podemos dizer assim.

Comprei A Terra das Sombras em uma daquelas promoções incríveis de cinco por R$ 50,00 reais do Submarino e li essa obra em dois dias.

Como por ser o primeiro livro da série A Mediadora, a Terra das Sombras é introdutório, um texto com situações bem explicativas. Com uma narrativa em primeira pessoa feita pela a Suzannah, ela nos explica o que é ser uma Mediadora, uma pessoa que se comunica com fantasmas e os ajuda a fazerem a passagem.

A proposta do livro é bem interessante e como uma fã de sobrenatural eu crie algumas expectativa, mas na prática foi bem diferente. A protagonista Suze não é chatinha como algumas protagonistas femininas, mas também não é sensacional. Ela não é enganada facilmente, não é boba e muito menos inocente, mas tem algo nela que me irrita profundamente: meninas que pensam que o mundo gira em torno de meninos populares.

Outra coisa que me deixou incomodada foi o modo em que o sobrenatural é apresentado. Não é um spoiler dizer que a Suze vai fazer tentar mandar um fantasma para o seu verdadeiro lugar: céu, inferno, purgatório... O que seja.

Por ser uma fã do seriado Supernatural sei como se manda uma alma para o seu lugar: queimando seus ossos. Mas a Suzannah prefere outros meios, como um exorcismo não católico romano. Como, por exemplo, o nosso vodu ou macumba mesmo.

A leitura do livro é leve, apesar do tema ser o além. E as personagens são legais, principalmente os secundários, como os meio-irmãos da Suzannah que são apelidados por nomes de alguns dos sete anões.

O final foi meio óbvio demais, pois ainda estava pensando em como se livrar do vilão e pronto, já acabou.

O bom do livro é que a protagonista não é uma garota dramática, enrolada, submissa e chatinha. É uma boa leitura para quem quer passar uma tarde lendo uma obra que tenha humor, um pouco de ação e romance. 

4 comentários:

  1. Sou louca por essa série. Foi um dos primeiros livros que li da Meg Cabot e Suzannah é uma das minhas personagens favoritas. Quanto a parte do Supernatural, acredito que não é a "forma real" de se mandar um espírito embora. Provavelmente é baseado em lendas. Assim como o exorcismo é outra forma e o mais comum. O sal também que eles utilizam, nunca vi em outro filme/série a menção dele, mas achei sensacional, pois é baseado na ideia do sal afastar energias negativas. Acho que não tem um certo ou errado, é apenas uma forma diferente de apresentar o mundo sobrenatural baseado em lendas e costumes populares.

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  2. @Dasty-Sama Eu sei disso que não existe certo ou errado, mas o livro não me convenceu e acabou que qualquer detalhe que eu não concordasse ajudasse. Talvez a forma de escrita da Meg não seja para mim.

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  3. Oi, Carol! Adoro a escrita da Meg e morro de vontade de ler essa saga dela. Já vi muitos elogios sobre ele então a vontade sempre aumenta. Um pena você não ter gostando tanto do livro. :/

    Beijos!

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  4. @Raah Dias Oi, Raah! Me sinto uma estranha, pois 95% das pessoas me perguntam o porquê de eu não ter gostado. Eu quero muito ler o segundo livro e ver se minha opinião muda ou se sou estranha mesmo HAUAHU

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